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Acessibilidade

A Rodoviária de Nova Iguaçu dispõe de estrutura para atender com mobilidade reduzida, bem como idosos e portadores de necessidades especiais, como segurança.

Sanitários

Localizados no corredor da administração (em frente a plataforma A) / Preço: R$ 1,50

Estacionamento

A rodoviário de Nova Iguaçu não dispõe de estacionamento para usuários, apenas um bicicletário, localizado ao lado dos banheiros.

Sobre a Rodoviária de Nova Iguaçu

Construída em 1979, o terminal rodoviário de Nova Iguaçu ocupa uma área de 10.950 m². A rodoviária é administrada pela Rio Terminais, e desde outubro de 2015 passa por obras de revitalização e reestruturação, que visam proporcionar mais conforto, segurança e acessibilidade aos usuários. A previsão de conclusão das obras é no fim de 2016.

Atualmente, 17 viações atendem a rodoviária de Nova Iguaçu, distribuídas em 33 linhas, ligando trechos como Barra da Tijuca, Cabo Frio, Macaé, Niterói, Petrópolis, Xerém e São Paulo. Em média, 2,2 milhões de pessoas circulam pela rodoviário de Nova Iguaçu por mês.

O Município de Iguassú foi criado no dia 15 de janeiro de 1833, com sua sede instalada às margens do Rio Iguassú, que serviu de inspiração para o seu nome. Ele surgiu a partir da Vila de Iguassú – uma localidade que desde o século XVIII era utilizada como pouso de tropeiros que faziam o Caminho de Terra Firme. Ainda em 1822, durante o Ciclo do Café, foi aberta a Estrada Real do Comércio, que em conexão com os portos de Iguassú, escoava a produção de cana-de-açúcar e do café plantado nas serras. O movimento foi tão expressivo que provocou a mudança do status de Vila para Município.

Em 1858, com a inauguração da Estrada de Ferro Dom Pedro II, iniciou-se o crescimento do Arraial de Maxambomba. Por conta disso, foi realizada a transferência da sede do município para um novo centro econômico. Em 1916, Maxambomba passa a se chamar Nova Iguassú.

No século XX, a principal atividade do Município passa a ser o plantio de laranjas. Os pomares de Nova Iguaçu se estendiam por toda a Estrada de Madureira, Cabuçu, Marapicu, alcançando também Itaguaí. Na época, Nova Iguaçu ficou conhecida como “Cidade Perfume” por causa do cheiro das frutas. Porém, diante de forte influência da Segunda Guerra Mundial, aconteceu a explosão demográfica da Baixada Fluminense e do Rio de Janeiro. Seu cultivo e exportação da laranja entraram em decadência levando a economia da cidade, o que culminou na divisão do território.

Foi a partir da década de 40 que surgiu o processo de emancipação do Município. Nova Iguaçu perdeu Duque de Caxias (1943), Nilópolis e São João de Meriti (1947). Nos anos 90, foi a vez de Belford Roxo e Queimados (1990), Japeri (1991) e Mesquita (1999). Vale lembrar que em 1952, com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra e a recuperação da malha ferroviária, a cidade passou por um aumento populacional e assumiu outras funções, entre elas, a de cidade dormitório e de corredor de acesso à capital.

Hoje, Nova Iguaçu é o maior município da Baixada Fluminense em extensão territorial e segundo em população. Possui um dos centros comerciais mais importantes do Estado do Rio de Janeiro, um polo que atrai consumidores das cidades de seu entorno.


Principais Viações
da Rodoviária de Nova Iguaçu